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Reviews

Recordings
Technicolor
Reviewed by Cristina Fernandes, Público, 25/4/2010
"(...)As suas sonoridades subtis, quase etéreas, jogando com os efeitos do vibrafone e dos sons puros, contrastam por exemplo com "Três Quadros sobre Pedra", de Luís Pena, para percussão e sons pré-gravados. Esta obra constitui uma original exploração de sonoridades, ritmos e texturas obtidas a partir de pedras de diversos tamanhos e formas. Longe de ser um catálogo de efeitos, resulta numa composição minuciosamente elaborada e solidamente arquitectada. (...)"
Performances
Vermalung V - Western Music, muffathalle, munich, Piano Possibile, 14/10/2013
Reviewed by Egbert Tholl, Sueddeutsche Zeitung, 15/10/2013
"(...) Es folgten elektronische Erkundungen zwischen Genialität (Luis A. Pena, Michael Beil) und blöder Herbie-Hanckock-Starkstrom-Karaoke (...), im besten Fall allerschönstes instrumentales Musiktheater, dem einmal <> als Inspiration dient (Pena) (...)"
fragments of noise and blood, Seoul Arts Center, e-mex sensemble, 27/10/2012
Reviewed by Peter Gahn, Musikjournal Deutschlandfunk (German Radio), 12/11/2012
"Ein Glanzpunkt dieses Konzertes und des ganzen Festivals war das Stück Fragments of Noise and Blood für Bassklarinette, Violoncello, Schlagzeug, Klavier und Elektronik des in Köln lebenden portugiesischen Komponisten Luís Antunes Pena. Das an musikalischen Formen und Klängen reiche Werk überraschte immer wieder, auch durch außergewöhnliche Spieltechniken und Aktionen."
Im Rauschen Rot, Drumming Grupo de Percussão, 6/2/2010
Reviewed by Pedro Boleo, Público, 8/2/2010
"Desta vez é preciso ir à pintura buscar escarlates para dizer o que se passou na Gulbenkian. O fundo do palco era verde porque só o vidro nos separava do jardim (juro que vi um pato a voar num contratempo!). Mas na sala soaram sussurros vermelhos, de texturas ásperas, rugosidades magentas e vermelhos de lixa. A peça chamava se Im Rauschen Rot, título alemão já de si "ruidoso" que o programa traduzia por Em Ruído Vermelho Está se mesmo a ver que este ruído é som: é um sussuro vermelho que percorre a peça de Luís Antunes Pena, simplesmente um dos compositores portugueses mais talentosos da actualidade, teimosamente procurando novas formas e sons para a sua música de força granítica, profundamente ligada à investigação do poder sonoro dos materiais. Entre as percussões que o Drumming se pôs cuidada e laboriosamente a usai havia pedras, lixas, mas também pequenos instrumentos eléctricos. No trabalho pequeno, quase microscópico sobre os instrumentos, como se nos lembrasse de que materiais são feitos, como se nos aproximássemos das madeiras e das cordas do contrabaixo, ele próprio também revelando ser um óptimo instrumento de percussão. E mesmo a electrónica com que interagiu o Drumming era feita sobretudo de ruídos "concretos". Que desta radical materialidade da música que se trabalha de Luís Pena tenha surgido uma outra dimensão - poética - isso deve se não só à qualidade de fabrico da composição mas também à interpretação generosa, cuidada (com o que é pequeno e frágil as mãos têm de ter cuidado) e à altura da exigência de Em Ruído Vermelho, que consiste numa profunda abertura dos intérpretes à descoberta de sons. Peças destas exigem gestos novos a quem as toca. (...) Os sons não são cores Mas precisamos de ir buscar vermelhos - as cores no limite do espectro luminoso - para falar daquela música que quer ir aos limites (à procura de novos ruidosos sons como a peça de Luís Pena). Música que na pedra bruta descobre a chama vermelha."
fragments of noise and blood, 3/6/2009
Reviewed by Klaus Albrecht, WAZ, 6/6/2009
"Der junge Portugiese hatte einen Zyklus us fünf uterschiedlichsten Klangminiaturen erstellt. Dröhnendes Brummen oder rostiges Knarren aus den Boxen kontrastierte zu fast unhörbareb fragilen Tonformen oder flutender Klavierbewegung. Auf interessante Weise hatte der Mittdreißiger da die gleitenden Übergänge von Geräusche und Klang ausgelotet."